Redação
Lelynho
Durval
Lelys, líder do Asa de Águia, é o primeiro
convidado da segunda edição do projeto Música
Falada, que estréia dia 12 de agosto em nova casa: Teatro
Castro Alves. Até o final do ano, também vão
participar do evento Carlinhos Brown (14 de outubro) e Chiclete
com Banana (5 de novembro). A expectativa é ouvir e saborear
as história de Durval e sua porção rock
and roll.
“O sucesso da primeira edição, ano passado,
com Ivete Sangalo, Daniela Mercury e Saulo, da Banda Eva, foi tamanho
que a gente não teve outra opção, este ano,
a não ser sair do Teatro Acbeu (Corredor da Vitória),
onde reuníamos cerca de 400 pessoas, para o TCA, que comporta
em torno de mil e quinhentas. Isso também nos permite cobrar
um preço menor: ano passado foi R$200 e R$100, este ano
será R$60 e R$30”. A revelação é do
músico Jonga Cunha, que responde pela direção
musical.
O projeto tem
direção artística de Fernando
Guerreiro e direção executiva de André Simões
(Andrezão) e a produção é da Meio de
Campo Projetos e Soluções Artísticas. Vale
lembrar que os três apresentam o programa Roda baiana, diariamente,
das 13h às 14h, na rádio Metrópole FM.
Como naquela
velha máxima do futebol de em time que se
ganha não se mexe, os organizadores do Música Falada
vão manter a mesma estrutura com o artista se apresentando
com uma banda enxuta, conversando intimamente com o público,
além da arquibancada colocada no palco para receber parentes,
amigos e convidados da atração da noite.
E foi justamente
esse formato que notabilizou o projeto tanto junto à crítica quanto aos artistas. “Quando
pensamos no Música Falada, eu tinha certeza de que as pessoas
iam ficar gratas e satisfeitas. Afinal, é uma oportunidade
rara de estar tão perto e tão à vontade, ao
lado de uma megaestrela da música baiana. Eu só não
sabia, nem imaginava, que os artistas reagiriam tão bem.
Depois, todos me ligaram para agradecer e demonstrar sua satisfação.
Foi bonito ver Ivete fazendo dueto com sua tia; Daniela demonstrando
seu amor pelo samba-reggae; Saulo revelando seu lado compositor.
Foi uma forma de mostrar o artista humanizado, longe daquela megaestrutura”,
pontua Jonga.
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